No dia 15 de Abril a turma do 1º ano, sala 4, da Eb1 Vitorino de Piães, deslocou-se à Quinta de Pentieiros, no âmbito do Projecto da área Protegida das Lagoas de Bertiandos, no qual a nossa turma participa, desenvolvendo um sub-projecto subordinado ao tema Resíduos.
Nesta visita aprendemos a fazer um compostor, com o material existente na natureza.
Depois de um breve diálogo com a engenheira Irene os alunos começaram a recolher o material necessário por etapas. Primeiro colocaram paus para favorecer a passagem do ar e fazer o devido arejamento evitando o apodrecimento, depois colocaram folhas secas, ou restos de plantas secas, cascas de pinheiro, são chamados os produtos secos ou castanhos. De seguida colocaram os verdes: folhas verdes, restos de ervas, mas poderão colocar também restos de vegetais ou cascas de fruta. Fazem-se camadas sucessivas destas duas qualidades de ingredientes, formando um a pilha. Finalmente deita-se o pó do café que já foi utilizado e cobre-se com uma boa camada de secos e palha. Deixa-se durante 6 meses a fermentar transformando-se este produtos num excelente estrume biológico para as plantas. Assim preservamos a natureza e melhoramos a nossa saúde.
Aqui estão apresentados os desenhos dos nossos alunos a representar esta actividade e a recordar os conhecimentos adquiridos.
domingo, 4 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
O Soldado João


Esta obra de Literatura Infantil, de Luísa ducla Soares é um hino à paz. Conta a história de um soldado que teve que abandonar a sua aldeia e ir para a guerra. Só que ele não sabia marchar nem combater e os generais resolveram colocá-lo como corneteiro. O João começou a tocar e os soldados começaram a dançar. O soldado João não soube ser corneteiro e os generais promoveram-no a cozinheiro. O João fez logo café e distribuiu-o pelos seus colegas soldados. Os generais irritaram-se e puseram-no, então, como enfermeiro. O nosso soldado começou a tratar todos os feridos do seu batalhão e dos do inimigo. No final, os generais reconheceram que a guerra não fazia sentido e resolveram condecorá-lo.
Acróstico
Soldado
Outros gostam de ti
Levas amizade
Dos teus
Amigos, amigos que é bom ter
Desejo o mesmo para
Os outros
Jovens que
O almoço comem com
Alegria junto com
O capitão
Catarina (2º ano)
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Os Maios ou Maias
A lenda que se conta e a mais habitual do Alto Minho, é a seguinte:
Herodes soube que a Sagrada Família na fuga para o Egipto pernoitaria numa certa aldeia. E estava já disposto a mandar matar todas as crianças do sexo masculino. Perante tal morticínio, um outro Judas, informa-o de que tal não valeria a pena. Também, não lhe dizia onde estava o Menino Jesus, mas colocaria um ramo de giesta florida na casa onde ele pernoitasse. Assim, bastaria à soldadesca procurar a tal casa e, pronto!...
Porém, qual não foi o espanto dos legionários quando, na manhã seguinte, todas as casas da aldeia apareceram com o tal raminho de giesta florida!...
No Alto Minho, esta velha tradição mantém-se. Na manhã do 1.º de Maio, as casas das nossas aldeias aparecem todas enfeitadas com raminhos de giesta.
Pesquisa elaborada pelos alunos do 2º/3º ano
http://arquivo.rtam.pt/novidades/new-200304_11.html
Herodes soube que a Sagrada Família na fuga para o Egipto pernoitaria numa certa aldeia. E estava já disposto a mandar matar todas as crianças do sexo masculino. Perante tal morticínio, um outro Judas, informa-o de que tal não valeria a pena. Também, não lhe dizia onde estava o Menino Jesus, mas colocaria um ramo de giesta florida na casa onde ele pernoitasse. Assim, bastaria à soldadesca procurar a tal casa e, pronto!...
Porém, qual não foi o espanto dos legionários quando, na manhã seguinte, todas as casas da aldeia apareceram com o tal raminho de giesta florida!...
No Alto Minho, esta velha tradição mantém-se. Na manhã do 1.º de Maio, as casas das nossas aldeias aparecem todas enfeitadas com raminhos de giesta.
Pesquisa elaborada pelos alunos do 2º/3º ano
http://arquivo.rtam.pt/novidades/new-200304_11.html
O Maio para a Câmara

Na nossa escola fizemos três Maios. Um deles foi para a Câmara Municipal de Ponte de Lima. O Maio foi feito com flores do campo, marias, malmequeres, giesta amarela e giesta vermelha. Ficou muito bonito! O seu encanto está na simplicidade, na harmonia das cores e na preocupação de manter a tradição.
Os nossos agradecimentos à senhora Irene e à senhora Maria, funcionárias desta escola, que com a sua arte conseguiram esta maravilha.
O Maio para Freixo

Dando continuidade a uma tradição, as Escolas do nosso Agrupamento, contribuem com um Maio para expôr no Largo da Feira, em Freixo.
Na nossa escola, as turmas do 2º/3º ano e 2º ano, fizeram um trabalho com flores de plástico, aproveitando garrafas vazias.
A colocação da giesta, flor natural e obrigatória, e a montagem de todo o Maio foi realizada pela dona Céu, funcionária desta escola.
Os nossos agradecimentos e parabéns! Gostámos muito!

A dona Céu e a dona Conceição ainda fizeram um Maio para colocarem na porta da escola. Está lindo, não está?
Todos os Maios são muito diferentes, mas o empenhamento, o interesse e a alegria com que o trabalho foi executado foi igual para todos.
É bom trabalhar numa escola em que todos se unem para o bem comum. Uma escola faz-se com alunos, pais, funcionários, professores e comunidade local.
Muito obrigada a todos!
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